Do alto de uma torre de 40 metros em uma reserva nas proximidades de Manaus (AM), o biólogo Dalton Amorim se assombra. “O que vemos aqui é de tal beleza e complexidade que explode o coração. Temos 360 graus, até o limite do horizonte, de floresta primária pura, com todos esses tons de verde-limão, verde-acinzentado, verde-alaranjado, verde-amarronzado, verde-escuro… Cada copa tem um formato diferente. É uma riqueza brutal e linda, até difícil de explicar para quem não pode vir aqui.”
Do solo até o alto das árvores, os insetos amazônicos exibem uma profusão de formas, cores e modos de viver, que os cientistas só agora começam a descrever
Jornal da USP, novembro de 2025
por Luiza Caires






